quinta-feira, 25 de setembro de 2025

TBT DO 11 DE SETEMBRO - BRADO ASSOCIADOS

 

O 11 de Setembro é uma data de reflexão fundamental para o setor de segurança e para toda a sociedade.

O que aprendemos com a maior tragédia do século?

Hoje, 11 de setembro, é um dia para lembrar o evento que chocou o mundo em 2001 e mudou para sempre a forma como pensamos a segurança. O ataque às Torres Gêmeas e ao Pentágono escancarou o despreparo para crises de proporções inimagináveis e a vitória de um pensamento assimétrico.

Essa tragédia nos deixou uma lição clara: o amadorismo e a improvisação não podem ter espaço. Como profissionais de segurança, nossa missão é ser a linha de frente contra o caos, com estudo, análise e planejamento. É nosso dever liderar a proteção de pessoas e negócios, garantindo a continuidade e a integridade de todos.

Não podemos errar. Não temos este direito. Nosso compromisso é com a especialização, capacitação, estratégia e inteligência. Vamos nos unir e fortalecer nossa categoria, transformando o luto do passado em ação no presente.

terça-feira, 26 de agosto de 2025

NORMA ISO 31000

 

A ISO 31000 é uma norma internacional que estabelece diretrizes para a gestão de riscos corporativos. Ela oferece uma abordagem que pode ser adaptada para qualquer tipo de organização, independentemente do porte ou setor. É importante notar que a ISO 31000 não é uma norma para fins de certificação, mas sim um guia com diretrizes.

Estrutura da ISO 31000

A norma é organizada em três seções principais: princípios, estrutura e processo.

1. Princípios da Gestão de Riscos:

A gestão de riscos, segundo a ISO 31000, deve ser:

Integrada: Deve fazer parte de todos os processos e atividades da organização.

Estruturada e abrangente: Para garantir resultados consistentes e comparáveis.

Personalizada: A estrutura e o processo de gestão de riscos devem ser adaptados ao contexto interno e externo da organização.

Inclusiva: O envolvimento das partes interessadas é fundamental para uma gestão de riscos informada.

Dinâmica: Os riscos podem mudar com o tempo, e a gestão de riscos deve ser capaz de antecipar, detectar e responder a essas mudanças.

Baseada na melhor informação disponível: As decisões devem ser baseadas em informações históricas, atuais e expectativas futuras.

Considerar fatores humanos e culturais: O comportamento e a cultura influenciam todos os aspectos da gestão de riscos.

Melhoria contínua: A gestão de riscos deve ser aprimorada continuamente por meio do aprendizado e da experiência.

2. Estrutura da Gestão de Riscos:

O objetivo da estrutura é auxiliar a organização a integrar a gestão de riscos em suas atividades.

Ela é composta por:

Liderança e comprometimento: A alta administração deve demonstrar liderança e comprometimento com a gestão de riscos.

Integração: A gestão de riscos deve ser integrada em todos os níveis da organização.

Concepção: Estabelecimento do contexto, definição de objetivos e critérios de risco.

Implementação: Desenvolvimento de um plano para a implementação da gestão de riscos.

Avaliação: Monitoramento e análise crítica da eficácia da estrutura de gestão de riscos.

Melhoria: Adaptação e melhoria contínua da estrutura de gestão de riscos.

3. Processo de Gestão de Riscos:

O processo de gestão de riscos descrito na ISO 31000 é cíclico e interativo. As etapas principais são:

Comunicação e consulta: Envolve a comunicação com as partes interessadas para coletar informações.

Escopo, contexto e critérios: Definição do escopo da gestão de riscos e dos critérios que serão utilizados para avaliar a significância dos riscos.

Avaliação de riscos:

Identificação de riscos: Listar todos os riscos que podem afetar os objetivos da empresa.

Análise de riscos: Entender as causas e as consequências dos riscos identificados.

Avaliação de riscos: Comparar o nível de risco com os critérios predefinidos para apoiar as decisões.

Tratamento de riscos: Selecionar e implementar opções para abordar os riscos.

Monitoramento e análise crítica: Acompanhar os riscos e a eficácia das medidas de tratamento.

Registro e relato: Documentar o processo de gestão de riscos e seus resultados.

Em resumo, a ISO 31000 fornece um framework robusto e flexível para que as organizações gerenciem seus riscos de forma eficaz, protegendo e criando valor.

sexta-feira, 21 de março de 2025

BRADO ASSOCIADOS CONSULTORIA - LIGUE 11 931528430


 

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OUTONO 2025


 

domingo, 9 de fevereiro de 2025

ALTO CUSTO COM SEGURANÇA PARA AS EMPRESAS


 

ALTO CUSTO COM SEGURANÇA PARA AS EMPRESAS


 

ALTO CUSTO COM SEGURANÇA PARA AS EMPRESAS


 

ALTO CUSTO COM SEGURANÇA PARA AS EMPRESAS


 

ALTO CUSTO COM SEGURANÇA PARA AS EMPRESAS


 

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FEVEREIRO 2025


 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

BRADO ASSOCIADOS CONSULTORIA - LIGUE 11 931528430


 

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SAÚDE MENTAL


 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

ESTATUTO DA SEGURANÇA PRIVADA 2024

 

Novo Estatuto da Segurança Privada: O que Muda e Como Impacta o Setor

O novo Estatuto da Segurança Privada moderniza o setor e traz mudanças significativas para empresas e profissionais. Descubra como a nova lei impacta o setor.

A sanção do novo Estatuto da Segurança Privada em 09/09/2024 marca um divisor de águas para o setor de segurança privada no Brasil. Este marco regulatório moderniza a legislação anterior, introduzindo mudanças significativas que afetam tanto as empresas de segurança quanto os profissionais do setor.

Com uma abordagem renovada que enfatiza a qualificação, a fiscalização e a regulamentação, o Estatuto busca aprimorar a prestação de serviços e oferecer maior segurança à sociedade. Para compreender plenamente as mudanças trazidas por essa nova legislação e seus impactos no cotidiano das empresas e dos trabalhadores, continue lendo este artigo.

sexta-feira, 12 de julho de 2024

SEGURANÇA É RESPONSABILIDADE DE TODOS !

 

Segurança é Responsabilidade de Todos!

A segurança é um compromisso coletivo que exige a colaboração e a conscientização de cada indivíduo. Em nosso cotidiano, a prevenção de acidentes e a proteção de nossas comunidades dependem de atitudes responsáveis e vigilantes. Cada ação, por menor que pareça, pode fazer a diferença.

Como você pode contribuir:

Seja Vigilante: Fique atento ao seu redor e reporte qualquer situação suspeita.

Eduque-se: Conheça as normas e procedimentos de segurança do seu ambiente.

Respeite as Regras: Siga as orientações de segurança e incentive os outros a fazerem o mesmo.

Cuide do Próximo: Esteja disponível para ajudar e orientar aqueles que necessitam.

Lembre-se, a segurança é um direito de todos e uma responsabilidade compartilhada. Juntos, podemos criar ambientes mais seguros e protegidos. A sua participação é fundamental!


sábado, 6 de abril de 2024

DESAFIOS DA SEGURANÇA E PROTEÇÃO DE SHOPPING CENTERS

 

Certamente, os shopping centers brasileiros enfrentam uma série de desafios significativos em relação à segurança e gestão de riscos, devido à natureza complexa e diversificada de suas operações. Alguns desses desafios e pontos complexos incluem:

Grande Fluxo de Pessoas: Os shopping centers atraem um grande número de pessoas diariamente, o que pode dificultar a monitorização eficaz de todas as áreas, bem como a identificação de comportamentos suspeitos ou atividades criminosas.

Diversidade de Atividades: Além das lojas de varejo, os shopping centers frequentemente abrigam cinemas, restaurantes, academias, áreas de lazer e outros estabelecimentos, cada um com suas próprias preocupações de segurança e riscos específicos.

Proteção de Estacionamentos: Os estacionamentos de shopping centers representam desafios adicionais de segurança devido à sua grande extensão e à presença de veículos e pessoas desconhecidas. A segurança contra roubo de veículos, vandalismo e assaltos a pedestres é uma preocupação constante.

Prevenção de Crimes: Os crimes como furtos, roubos, furtos de lojas e vandalismos são desafios comuns enfrentados pelos shopping centers. Garantir a presença de medidas de segurança eficazes para prevenir tais incidentes, bem como a resposta rápida e adequada em caso de ocorrência, é fundamental.

Segurança Cibernética: Com a crescente digitalização das operações de shopping centers, a segurança cibernética torna-se uma preocupação cada vez mais importante. Proteger os sistemas de pagamento, dados dos clientes e redes de comunicação contra ataques cibernéticos é essencial para manter a confiança dos consumidores.

Gestão de Emergências: Os shopping centers devem estar preparados para lidar com uma variedade de situações de emergência, incluindo incêndios, evacuações, ameaças de bomba, entre outros. Desenvolver planos de contingência abrangentes e treinar a equipe para responder de forma eficaz a essas situações é crucial.

Conscientização e Engajamento da Comunidade: Envolver a comunidade local na segurança do shopping center, incentivando a participação ativa na vigilância e denúncia de atividades suspeitas, pode ser um desafio, mas é fundamental para criar um ambiente seguro e colaborativo.

Custos Financeiros: Implementar medidas de segurança eficazes pode ser oneroso para os shopping centers, especialmente para aqueles localizados em áreas de alto risco. Encontrar um equilíbrio entre a segurança adequada e os custos operacionais é um desafio constante para os gestores.

Em suma, os shopping centers brasileiros enfrentam uma série de desafios complexos em relação à segurança e gestão de riscos, exigindo uma abordagem abrangente e proativa para garantir a proteção de seus clientes, funcionários e propriedades.



 

 

PERSPECTIVAS & TENDÊNCIAS

 

Perspectivas e Tendências no Setor de Segurança e Riscos em Shopping Centers Brasileiros: Uma Análise Abrangente

Os shopping centers desempenham um papel essencial na vida urbana brasileira, servindo como centros de compras, lazer e entretenimento para milhões de pessoas em todo o país. No entanto, garantir a segurança desses espaços é uma preocupação crítica para os proprietários, operadores e frequentadores. Neste artigo, exploraremos as perspectivas e tendências no setor de segurança e riscos em shopping centers brasileiros, incluindo a legislação vigente e as entidades envolvidas na regulação e implementação das medidas de segurança.

Legislação Vigente:

No Brasil, os shopping centers são regulamentados por uma série de leis e regulamentos que abordam questões relacionadas à segurança, infraestrutura e funcionamento desses estabelecimentos. Algumas das legislações relevantes incluem:

Código de Defesa do Consumidor (CDC): O CDC estabelece direitos e deveres para consumidores e fornecedores em todo o território nacional, incluindo disposições relacionadas à segurança dos produtos e serviços oferecidos nos shopping centers.

Normas Técnicas da ABNT: A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) desenvolve normas técnicas que estabelecem requisitos e diretrizes para diversos aspectos relacionados à construção e operação de edificações comerciais, incluindo os shopping centers. Essas normas podem incluir requisitos específicos relacionados à segurança contra incêndios, acessibilidade, entre outros.

Legislação Estadual e Municipal: Além das leis federais, os shopping centers também estão sujeitos a regulamentações estaduais e municipais, que podem abordar questões como licenciamento, segurança contra incêndios, controle de tráfego, entre outras.

Entidades Reguladoras e Fiscalizadoras:

Várias entidades desempenham papéis importantes na regulação e fiscalização da segurança em shopping centers brasileiros. Algumas dessas entidades incluem:

Corpo de Bombeiros Militar: Os Corpos de Bombeiros estaduais são responsáveis por fiscalizar e garantir o cumprimento das normas de segurança contra incêndios em edificações comerciais, incluindo os shopping centers. Eles realizam inspeções regulares e emitem certificados de conformidade após a verificação do cumprimento das normas.

Vigilância Sanitária: As autoridades de vigilância sanitária estaduais e municipais são responsáveis por garantir que os shopping centers cumpram as regulamentações relacionadas à segurança alimentar, higiene e saneamento básico.

Polícia Militar: A Polícia Militar atua na prevenção e combate à criminalidade nos shopping centers, realizando patrulhamento ostensivo, operações de segurança e investigação de ocorrências criminais.

Associações de Shopping Centers: Associações como a Associação Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE) e a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (ALSHOP) desempenham um papel importante na promoção das melhores práticas e na troca de informações sobre segurança entre os membros do setor.

Tendências e Inovações:

Além de cumprir as regulamentações existentes, os shopping centers no Brasil estão adotando uma série de tendências e inovações para melhorar a segurança e reduzir os riscos. Isso inclui a implementação de sistemas avançados de monitoramento por vídeo, controle de acesso biométrico, treinamento de pessoal em segurança e emergências, além de programas de conscientização e envolvimento da comunidade.

Conclusão:

Os shopping centers brasileiros enfrentam desafios significativos em relação à segurança e gestão de riscos, dadas as complexidades e diversidades de suas operações. No entanto, com o cumprimento das legislações vigentes, a cooperação com as entidades reguladoras e a adoção de tendências e inovações em segurança, esses estabelecimentos podem proporcionar ambientes seguros e acolhedores para os consumidores, promovendo assim o crescimento e desenvolvimento sustentável do setor.


SEGURANÇA É SEMPRE UMA PREOCUPAÇÃO - ABRIL 2024